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Parásitos

Leishmaniose canina

Doença grave transmitida pela picada do mosquito flebótomo. Endémica em toda a bacia mediterrânica. Não se cura por completo: controla-se para toda a vida. É uma zoonose (raro mas possível).

Grave🐕 Cães Zoonose

Pode ser uma urgência veterinária

Vá ao veterinário se observar lesões na pele que não saram, perda de peso ou unhas anormalmente compridas. Teste anual obrigatório se vive em zona mediterrânica.

Sintomas a vigiar

  • Lesões na pele (descamação à volta dos olhos, feridas que não saram)
  • Perda de peso apesar de comer
  • Crescimento exagerado das unhas
  • Apatia e fraqueza
  • Gânglios inflamados
  • Problemas renais (em fases avançadas)

Causas

Parasita Leishmania transmitido pela picada do mosquito flebótomo, ativo ao entardecer (maio a outubro). O cão infetado não contagia diretamente outros.

Diagnóstico

Análise ao sangue (serologia) e, se necessário, citologia de medula ou gânglio. Teste anual recomendado em zonas endémicas.

Tratamento

Tratamento para toda a vida para controlar a carga do parasita e os sintomas. Combinação de medicamentos consoante o estádio. Controlos periódicos da função renal. Não há cura completa.

Prevenção

PREVENÇÃO fundamental: coleira ou pipeta repelente do flebótomo (de maio a outubro), vacina anual, evitar que durma no exterior ao entardecer. A prevenção é muitíssimo mais eficaz do que o tratamento.

Quando ir ao veterinário?

Vá ao veterinário se observar lesões na pele que não saram, perda de peso ou unhas anormalmente compridas. Teste anual obrigatório se vive em zona mediterrânica.

A WetAi orienta-o e encaminha-o para o veterinário; não diagnostica.

Aviso: esta informação tem caráter orientativo e divulgativo. NÃO substitui o diagnóstico nem o tratamento de um médico-veterinário. Perante qualquer sintoma, consulte sempre um profissional. A Wallapets não se responsabiliza pelo uso desta informação sem supervisão veterinária.